Adotar Nani
Fêmea · Jovem · 2 anos
Data de Nascimento: 03/01/2024. Tamanho: Médio. Saúde: Vacinada e vermifugada. Negativa para Leishmania e Ehrlichia. Em Cuencanimal desde: 01/2026. Outras Informações: Muito alegre e carinhosa. Adotada por Nany (Gascueña). Característica: Você se apaixona por Nani só de olhar para ela. Quando ela chegou primeiro ao abrigo animal, ela estava muito assustada... mas assim que se sentiu segura, seu verdadeiro coração começou a mostrar. Nani é pura dependência; quando ela confia (o que acontece mais rápido do que podes imaginar), ela se dá completamente. Ela está sempre atrás de nós quando caminhamos no pátio, sempre atenta, sempre buscando nossa proximidade. Ela não gosta de ficar sozinha; quando as pessoas de referência (cuidadores regulares e voluntários) saem e ela os vê através da cerca, chora incontrolavelmente, porque para Nani o maior prêmio não é comida ou brincadeira... é sentir-se acompanhada. Ela é sensível no veterinário, coopera, mas se algo dói, ela reclama, e quem gosta do médico mesmo? Ela anda bem com coleira, embora precise de um vínculo com a pessoa que a leva, preferindo ambientes mais tranquilos onde ela possa se sentir segura. Ela ama a companhia humana mais do que a companhia de cães. Ela se dá bem com outros cães, ignorando-os mais ou menos, embora tenha se juntado uma ou duas vezes a uma corrida rápida, mas seu prioridade são os cuidadores (ela criou um vínculo muito próximo). Na sua caixa, ela compartilha espaço com outro Galgo Espanhol e é ela que estabelece as regras: ela não gosta de dividir uma tigela, e com um único olhar, ela faz sua mensagem clara; não há conflito, apenas personalidade. História: Nani é uma dessas histórias que começam com frio e terminam com esperança. Nas ruas, ela era desconfiada. Não deixava ninguém a pegar. Ela observava de longe, como se tivesse aprendido que confiar pode machucar... Mas uma boa pessoa, sem forçá-la, começou a alimentá-la todos os dias, embora Nani não quisesse ir para a proteção, ela nunca faltou um cobertor quente para se envolver durante as noites frias do inverno, e Nani entendeu. Ela entendeu que essa rotina era segurança, que essas mãos não queriam prendê-la, mas cuidar dela. Ela ficou na região, e graças a isso, conseguiram nos contactar e resgatá-la. Situação Atual: Data de Nascimento: 03/01/2024. Tamanho: Médio. Saúde: Vacinada e vermifugada. Negativa para Leishmania e Ehrlichia. Em Cuencanimal desde: 01/2026. Outras Informações: Muito alegre e carinhosa. Adotada por Nany (Gascueña). Característica: Você se apaixona por Nani só de olhar para ela. Quando ela chegou primeiro ao abrigo animal, ela estava muito assustada... mas assim que se sentiu segura, seu verdadeiro coração começou a mostrar. Nani é pura dependência; quando ela confia (o que acontece mais rápido do que podes imaginar), ela se dá completamente. Ela está sempre atrás de nós quando caminhamos no pátio, sempre atenta, sempre buscando nossa proximidade. Ela não gosta de ficar sozinha; quando as pessoas de referência (cuidadores regulares e voluntários) saem e ela os vê através da cerca, chora incontrolavelmente, porque para Nani o maior prêmio não é comida ou brincadeira... é sentir-se acompanhada. Ela é sensível no veterinário, coopera, mas se algo dói, ela reclama, e quem gosta do médico mesmo? Ela anda bem com coleira, embora precise de um vínculo com a pessoa que a leva, preferindo ambientes mais tranquilos onde ela possa se sentir segura. Ela ama a companhia humana mais do que a companhia de cães. Ela se dá bem com outros cães, ignorando-os mais ou menos, embora tenha se juntado uma ou duas vezes a uma corrida rápida, mas seu prioridade são os cuidadores (ela criou um vínculo muito próximo). Na sua caixa, ela compartilha espaço com outro Galgo Espanhol e é ela que estabelece as regras: ela não gosta de dividir uma tigela, e com um único olhar, ela faz sua mensagem clara; não há conflito, apenas personalidade. História: Nani é uma dessas histórias que começam com frio e terminam com esperança. Nas ruas, ela era desconfiada. Não deixava ninguém a pegar. Ela observava de longe, como se tivesse aprendido que confiar pode machucar... Mas uma boa pessoa, sem forçá-la, começou a alimentá-la todos os dias, embora Nani não quisesse ir para a proteção, ela nunca faltou um cobertor quente para se envolver durante as noites frias do inverno, e Nani entendeu. Ela entendeu que essa rotina era segurança, que essas mãos não queriam prendê-la, mas cuidar dela.
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Fecha de nacimiento: 03/01/2024. Tamaño: mediana. Salud: Vacunada y desparasitada. Negativo leishmania y ehrlichia. En Cuencanimal desde: 01/2026. Otros datos: Muy alegre y cariñosa. Amadrinada por Nany (Gascueña). Caracter: De Nani te enamoras con solo mirarla. Cuando llegó al refugio estaba muy asustada… pero en cuanto se vio a salvo, su verdadero corazón empezó a asomar. Nani es apego puro, cuando confía (lo hace más rápido de lo que imaginas) se entrega por completo. Es nuestra sombra cuando caminamos por el patio, siempre pendiente, siempre buscando nuestra cercanía. Lleva mal quedarse sola, cuando sus personas de referencia (cuidadoras y voluntariado asiduo) se alejan y los ve a través de la valla, llora desconsolada, porque para Nani el mayor premio no es la comida ni el juego… es sentirse acompañada. Es sensible en la veterinaria, se deja manipular, es buena, pero si algo duele se queja, y es que… ¿a quién le gusta el médico? Pasea bien con correa, aunque necesita vínculo con quien la lleva, mejor entornos tranquilos, donde pueda sentirse segura. Le encanta la compañía humana, incluso más que la perruna. Con otros perros convive bien, más bien los ignora, alguna vez se ha animado a echar una carrerita, pero su prioridad son las cuidadoras (ha creado un vinculo muy estrecho). En su box comparte espacio con otro galgo y es ella la que pone las normas: no le gusta compartir cuenco, y con una sola mirada deja claro su mensaje, no hay conflicto, solo carácter. Historia: Nani es de esas historias que empiezan con frío… y terminan con esperanza. En la calle se mostraba recelosa. No se dejaba coger. Observaba desde la distancia, como quien ha aprendido que confiar puede doler… Pero apareció una buena persona que, sin forzarla, comenzó a alimentarla cada día, aunque Nani no quería refugiarse bajo techo, jamás le faltó una manta calentita para pasar las frías noches de invierno un poco más arropada, y Nani entendió. Entendió que aquella rutina era seguridad, que aquellas manos no querían atraparla, sino cuidarla. Se quedó en la zona, y gracias a eso pudieron contactarnos y pudimos rescatarla. Actualidad: Fecha de nacimiento: 03/01/2024. Tamaño: mediana. Salud: Vacunada y desparasitada. Negativo leishmania y ehrlichia. En Cuencanimal desde: 01/2026. Otros datos: Muy alegre y cariñosa. Amadrinada por Nany (Gascueña). Caracter: De Nani te enamoras con solo mirarla. Cuando llegó al refugio estaba muy asustada… pero en cuanto se vio a salvo, su verdadero corazón empezó a asomar. Nani es apego puro, cuando confía (lo hace más rápido de lo que imaginas) se entrega por completo. Es nuestra sombra cuando caminamos por el patio, siempre pendiente, siempre buscando nuestra cercanía. Lleva mal quedarse sola, cuando sus personas de referencia (cuidadoras y voluntariado asiduo) se alejan y los ve a través de la valla, llora desconsolada, porque para Nani el mayor premio no es la comida ni el juego… es sentirse acompañada. Es sensible en la veterinaria, se deja manipular, es buena, pero si algo duele se queja, y es que… ¿a quién le gusta el médico? Pasea bien con correa, aunque necesita vínculo con quien la lleva, mejor entornos tranquilos, donde pueda sentirse segura. Le encanta la compañía humana, incluso más que la perruna. Con otros perros convive bien, más bien los ignora, alguna vez se ha animado a echar una carrerita, pero su prioridad son las cuidadoras (ha creado un vinculo muy estrecho). En su box comparte espacio con otro galgo y es ella la que pone las normas: no le gusta compartir cuenco, y con una sola mirada deja claro su mensaje, no hay conflicto, solo carácter. Historia: Nani es de esas historias que empiezan con frío… y terminan con esperanza. En la calle se mostraba recelosa. No se dejaba coger. Observaba desde la distancia, como quien ha aprendido que confiar puede doler… Pero apareció una buena persona que, sin forzarla, comenzó a alimentarla cada día, aunque Nani no quería refugiarse bajo techo, jamás le faltó una manta calentita para pasar las frías noches de invierno un poco más arropada, y Nani entendió. Entendió que aquella rutina era seguridad, que aquellas manos no querían atraparla, sino cuidarla. Se quedó en la zona, y gracias a eso pudieron contactarnos y pudimos rescatarla. Actualidad:
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