Adotar Cani sottozero. Una mini-guida
Raça mista · Desconhecido · Filhote · 4 meses
Cães sensíveis ao frio? Como agir com a chegada do inverno, especialmente se for a primeira vez que o seu cão experimenta a dureza desta estação? Primeiro de tudo, é necessário entender até que ponto o animal pode suportar temperaturas baixas e isso muitas vezes depende da raça. Cães selecionados para resistir a condições difíceis, para viver nas montanhas ou nadar bem possuem um subpelo protetor que isola e protege-os dos agentes externos. Outros tipos de cães, no entanto, obviamente alguns cruzados, carecem deste "casaco" especial que engrossa e fina conforme a necessidade, sendo assim mais expostos aos riscos causados pelo frio. O tamanho também desempenha um papel: cães pequenos mantêm calor corporal por menos tempo do que os maiores, que têm maior massa corporal. Também deve ser considerado o estado de saúde e a idade do cão: cães debilitados, filhotes ou idosos sofrem muito mais com o frio. Portanto, senso comum, mas acima de tudo, um conhecimento profundo do seu amigo de quatro patas, sempre é válido. Dito isso, existem boas práticas que podem ser implementadas para permitir que o cão viva a estação do inverno sem problemas. Um dos fatos menos conhecidos é que um cão saudável com pelos médios ou curtos pode suportar ficar fora da casa até +4°, desde que seja colocado em uma casinha seca, quente e suficientemente protegida: mas uma vez que esse limite seja ultrapassado, ele deve ficar dentro de casa, especialmente à noite quando a temperatura cai consideravelmente em comparação ao dia. A nutrição também é importante, pois os cães tendem a comer mais no inverno para manter uma ingestão adequada de calorias: portanto, é recomendável que consumam alimentos mais ricos em vitaminas, proteínas, carboidratos e gorduras. Isso é especialmente verdadeiro para cães que trabalham ao ar livre, que consomem muito mais energia do que um cão sedentário. A água nunca deve ser muito fria e também deve-se prestar atenção em brincar na neve: se for consumida em excesso, há risco de que o animal possa sofrer problemas no estômago e intestino. A umidade também é inimiga dos cães durante a estação fria e é uma boa prática secá-los totalmente não apenas após o banho, mas especialmente se tiverem ficado na chuva ou na neve, situações onde é necessário prestar atenção às suas patas, onde cristais de gelo podem se formar. Escovar regularmente o pelo ajuda a regenerar o subpelo e é portanto uma excelente prática para o inverno: inversamente, tosar o cão no inverno claramente não é recomendado (mas também não é recomendado em nenhuma estação!). É perigoso deixar o cão no carro por muitas horas porque o compartimento esfria rapidamente atingindo temperaturas extremamente baixas: em tais casos, há risco de que o cão entre em hipotermia, cujos principais sinais são tremores, sonolência, apatia, pelo eriçado e inchado e orelhas muito frias. Esses não são sintomas para serem levados levemente e é melhor tê-los verificados por um veterinário. Uma nota final é reservada para "roupas" para cães: agora existem inúmeros casacos e pulôveres que inevitavelmente atraem muitos donos de cães, especialmente aqueles com cães pequenos. No entanto, também nesse caso, é correto saber se o cão realmente precisa ser coberto e, em qualquer caso, garantir que o "vestuário" seja impermeável e cubra áreas delicadas e sensíveis, como o abdômen e o peito.
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I cani soffrono il freddo? Come ci si deve comportare di fronte all’arrivo dell’inverno, soprattutto se è la prima volta che il proprio cane conosce i rigori di questa stagione? Innanzitutto è necessario capire quanto l’animale possa sopportare le basse temperature e questa spesso è una questione di razze. I cani selezionati per resistere in condizioni difficili, per vivere in montagna o per nuotare bene sono dotati di un sottopelo protettivo che li isola e li difende dagli agenti esterni. Altri tipi di cani, invece, ovviamente anche alcuni meticci, sono privi di questa speciale “giacca” che si infoltisce e si dirada in base alla necessità, e quindi più esposti ai rischi causati dal freddo. Anche la taglia influisce: i cani più piccoli mantengono il calore del corpo per meno tempo rispetto a quelli più grandi, dotati di maggiore massa corporea. Bisogna poi tenere in considerazione lo stato di salute e anche l’età del cane: cani debilitati, cuccioli o anziani soffrono il freddo molto di più. Valgono sempre, quindi, non solo il buon senso, ma soprattutto la conoscenza profonda del proprio amico a quattrozampe. Detto ciò, esistono buone pratiche che si possono mettere in atto per permettere al cane di vivere la stagione invernale senza problemi. Una delle informazioni meno note è che un cane in salute e dotato di pelo medio o corto può resistere fuori di casa fino a +4°, purchè posto in una cuccia asciutta, calda e sufficientemente riparata: ma superata quella soglia dovrebbe starsene in casa, soprattutto di notte quando la temperatura si abbassa anche di parecchio rispetto al giorno. Anche l’alimentazione è importante, dato che in inverno il cane tende a mangiare di più per mantenere un corretto apporto di calorie: è quindi opportuno che mangi cibo più ricco di vitamine, proteine, carboidrati e grassi. Ciò vale in particolare per i cani impiegati in lavori all’aperto che consumano molta più energia di un cane sedentario. L’acqua non dovrebbe essere mai troppo fredda e si dovrebbe fare attenzione anche ai giochi nella neve: se ne mangia troppa, c’è il rischio che l’animale vada incontro a problemi di stomaco e intestinali. Anche l’umidità è nemica dei cani nella stagione fredda ed è buona norma asciugarli bene non soltanto dopo il bagno, ma soprattutto se sono stati sotto la pioggia o in mezzo alla neve, circostanze in cui è necessario fare attenzione anche alle zampe dove possono formarsi cristalli di ghiaccio. Spazzolare il mantello con regolarità aiuta a rigenerare il sottopelo ed è quindi un’ottima abitudine anti-freddo: al contrario tosare il cane in inverno è chiaramente sconsigliato (ma lo è sempre, in ogni stagione!). È pericoloso lasciare il cane in macchina per molte ore perché l’abitacolo si raffredda velocemente raggiungendo temperature estremamente basse: in presenza delle quali sorge il rischio che il cane vada in ipotermia, i cui segnali principali sono tremore, sonnolenza, apatia, pelo rizzato e gonfio e orecchie molto fredde. Non sono sintomi da sottovalutare ed è dunque meglio sottoporli alla visita di un veterinario. Un ultimo appunto va riservato ai “capi di vestiario” per cani: ormai esistono innumerevoli cappottini e maglioncini che attirano inevitabilmente molti proprietari di cani, specialmente di piccola taglia. Anche in questo caso però è giusto sapere se il cane davvero necessita di essere coperto e, in ogni caso, bisogna accertarsi che il “vestito” sia impermeabile e copra bene zone delicate e sensibili come la pancia e il torace.
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